"Nutrição Clínica, Suplementação Estética e Fitoterapia - Porque a beleza começa de dentro para fora "
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Bebidas adoçadas com frutose aumentam o risco de gota entre mulheres
Pesquisadores norte-americanos publicaram na revista científica JAMA (The Journal Of the American Medical Association) um estudo que verificou que o consumo de bebidas adoçadas com frutose aumentou o risco para o desenvolvimento de gota em mulheres.
A gota é uma artrite inflamatória caracterizada pela hiperuricemia (elevação dos níveis de ácido úrico no sangue). Evidências sugerem que a gota está fortemente associada à síndrome metabólica, podendo levar ao infarto do miocárdio. Historicamente, vem sendo considerada uma doença do sexo masculino, mas evidências mostram o crescimento da incidência em mulheres idosas.
Embora bebidas açucaradas contenham baixos níveis de purinas (que é o precursor do ácido úrico), elas contêm grandes quantidades de frutose, que é o único carboidrato conhecido por aumentar os níveis de ácido úrico. A ingestão excessiva de frutose resulta em rápido aumento do ácido úrico sérico, através de acentuada degradação dos nucleotídeos purínicos e, consequentemente, aumento da síntese de purinas. Esse efeito pode ser encontrado especialmente em indivíduos com hiperuricemia ou histórico de gota.
Neste estudo, os autores avaliaram prospectivamente a relação entre a ingestão de bebidas ricas em frutose e a incidência de gota em uma coorte de 78.906 mulheres sem histórico de gota.
Para avaliar a ingestão dietética, incluindo o consumo de bebidas, foi utilizado um questionário de frequência alimentar validado, no período de 1984 e 2006.
Durante 22 anos de seguimento, foram documentados 778 casos confirmados de gota. As mulheres que consumiram uma porção por dia, de bebidas adoçadas com frutose (como os refrigerantes que não são dietéticos), tiveram um aumento de 74% do risco de gota (risco relativo de 1,74 e intervalo de confiança de 95% [IC]: 1,19-2,55) em comparação com o consumo de menos de uma porção por mês. Já as mulheres que consumiram duas ou mais porções por dia tiveram um risco 2,4 vezes maior (risco relativo de 2,39 e 95% IC: 1,34-4,26) (p<0,001), também comparadas com o consumo de menos de uma porção por mês.
O consumo excessivo de suco de laranja adoçado com frutose também foi associado com o risco de gota. As mulheres que consumiram uma porção por dia desta bebida apresentaram risco 41% maior de desenvolver gota (risco relativo de 1,41 (95% IC: 1,03-1,93), e também houve risco 2,4 vezes maior quando o consumo foi de duas ou mais porções por dia (p=0,02), em comparação com as mulheres que consumiram menos de um copo de suco de laranja por mês,. Entretanto, o consumo de refrigerantes dietéticos não foi associado com o risco de gota.
“Nossos resultados fornecem evidências prospectivas que o consumo de refrigerantes e sucos de laranja adoçados com frutose está associado com risco aumentado da incidência de gota em mulheres”, explicam. “Por isso, nossas descobertas têm implicações práticas para a prevenção de gota em mulheres. Este fato serve de alerta para os profissionais da saúde, que devem estar cientes dos efeitos destas bebidas sobre o risco de gota”, concluem.
A gota é uma artrite inflamatória caracterizada pela hiperuricemia (elevação dos níveis de ácido úrico no sangue). Evidências sugerem que a gota está fortemente associada à síndrome metabólica, podendo levar ao infarto do miocárdio. Historicamente, vem sendo considerada uma doença do sexo masculino, mas evidências mostram o crescimento da incidência em mulheres idosas.
Embora bebidas açucaradas contenham baixos níveis de purinas (que é o precursor do ácido úrico), elas contêm grandes quantidades de frutose, que é o único carboidrato conhecido por aumentar os níveis de ácido úrico. A ingestão excessiva de frutose resulta em rápido aumento do ácido úrico sérico, através de acentuada degradação dos nucleotídeos purínicos e, consequentemente, aumento da síntese de purinas. Esse efeito pode ser encontrado especialmente em indivíduos com hiperuricemia ou histórico de gota.
Neste estudo, os autores avaliaram prospectivamente a relação entre a ingestão de bebidas ricas em frutose e a incidência de gota em uma coorte de 78.906 mulheres sem histórico de gota.
Para avaliar a ingestão dietética, incluindo o consumo de bebidas, foi utilizado um questionário de frequência alimentar validado, no período de 1984 e 2006.
Durante 22 anos de seguimento, foram documentados 778 casos confirmados de gota. As mulheres que consumiram uma porção por dia, de bebidas adoçadas com frutose (como os refrigerantes que não são dietéticos), tiveram um aumento de 74% do risco de gota (risco relativo de 1,74 e intervalo de confiança de 95% [IC]: 1,19-2,55) em comparação com o consumo de menos de uma porção por mês. Já as mulheres que consumiram duas ou mais porções por dia tiveram um risco 2,4 vezes maior (risco relativo de 2,39 e 95% IC: 1,34-4,26) (p<0,001), também comparadas com o consumo de menos de uma porção por mês.
O consumo excessivo de suco de laranja adoçado com frutose também foi associado com o risco de gota. As mulheres que consumiram uma porção por dia desta bebida apresentaram risco 41% maior de desenvolver gota (risco relativo de 1,41 (95% IC: 1,03-1,93), e também houve risco 2,4 vezes maior quando o consumo foi de duas ou mais porções por dia (p=0,02), em comparação com as mulheres que consumiram menos de um copo de suco de laranja por mês,. Entretanto, o consumo de refrigerantes dietéticos não foi associado com o risco de gota.
“Nossos resultados fornecem evidências prospectivas que o consumo de refrigerantes e sucos de laranja adoçados com frutose está associado com risco aumentado da incidência de gota em mulheres”, explicam. “Por isso, nossas descobertas têm implicações práticas para a prevenção de gota em mulheres. Este fato serve de alerta para os profissionais da saúde, que devem estar cientes dos efeitos destas bebidas sobre o risco de gota”, concluem.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
KOUBO® é indicado
Moderador natural do apetite;
Redutor de medidas e LDL;
Diurético;
Antioxidante;
Inibe a vontade de comer doces - O KOUBO® ativa o hormônio GLUCAGON responsável pela disponibilização da energia armazenada no corpo, ou seja, o KOUBO® estimula o seu organismo a utilizar as reservas de açúcar e gordura acumuladas em seu corpo, além de inibir o apetite, principalmente, a vontade de comer doces
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
CASSIOLAMINA
O extrato é um inibidor da digestão de gorduras, que promove a perda de peso de modo seguro e eficaz. Auxilia no emagrecimento devido a presença de inibidores da lipase, ou seja diminui a digestão e absorção das gorduras na dieta. Além disso, a cassiolamina também poderia reduzir a pressão arterial, ácido úrico e níveis colesterol.
BENEFÍCIOS DA INIBIÇÃO DA LIPASE Redução da pressão sanguínea, níveis de colesterol sérico, ácido úrico e dos níveis sanguíneos de açúcares;
Efeito positivo em alguns casos de apnéia do sono;
Reduz a incidência de casos em que o peso perdido é ganho novam
BENEFÍCIOS DA INIBIÇÃO DA LIPASE Redução da pressão sanguínea, níveis de colesterol sérico, ácido úrico e dos níveis sanguíneos de açúcares;
Efeito positivo em alguns casos de apnéia do sono;
Reduz a incidência de casos em que o peso perdido é ganho novam
sábado, 20 de novembro de 2010
PHOLIA MAGRA (EXTRATO SECO)
É um fitoterápico padronizado extraído da planta Cordia ecalyculata Vell. Age como supressora do apetite, contribuindo para uma maior queima de gorduras localizadas principalmente na região do abdômen.
INDICAÇÕES
• Em dietas para a perda de peso (como supressor do apetite);
• Levemente diurético;
• Como redutor do excesso de gorduras localizadas;
• No tratamento da retenção de líquidos.
O uso é contra-indicado durante a gravidez, amamentação e para hipertensos e diabéticos.
INDICAÇÕES
• Em dietas para a perda de peso (como supressor do apetite);
• Levemente diurético;
• Como redutor do excesso de gorduras localizadas;
• No tratamento da retenção de líquidos.
O uso é contra-indicado durante a gravidez, amamentação e para hipertensos e diabéticos.
Quais as características da dieta cetogênica?
A dieta cetogênica inclui 80% de gordura, 15% de proteína e apenas 5% de carboidrato. Essa dieta é utilizada em crianças que sofrem de epilepsia, em casos que não tiveram sucesso com o tratamento medicamentoso. A dieta cetogênica pode ser aplicada em pacientes com convulsões associadas a distúrbios metabólicos, tais como deficiência de proteína transportadora de glicose (doença de DeVivo), deficiência de piruvato-desidrogenase e defeitos da glicólise cerebral.
No entanto, se faz necessário uma triagem metabólica antes de iniciar a terapia nutricional, pois determinados distúrbios metabólicos podem ser agravados pela dieta, como a deficiência de piruvato-carboxilase, porfiria, deficiência de carnitina, distúrbios mitocondriais e defeitos da oxidação dos ácidos graxos.
A maior parte da gordura comumente utilizada na dieta cetogênica é fornecida por triglicerídeos de cadeia longa. Entretanto, os triglicerídeos de cadeia média assumiram papel importante na composição da dieta, pois foi introduzido na tentativa de melhorar a palatabilidade, além de possuir maior caráter cetogênico.
A dieta cetogênica é iniciada após um período de 24-48 horas de jejum, com o paciente hospitalizado. Durante o jejum, o paciente pode beber água, bebidas sem açúcar ou gelatina também sem açúcar. Pesquisadores demonstraram que o início gradual resulta em menos efeitos adversos, melhora a tolerabilidade e mantém a eficácia da dieta. Recomenda-se que a introdução da dieta se inicie com um terço das calorias por refeição, aumentando para dois terços das calorias por refeição e, em seguida, a quantidade total de calorias por refeição a cada 24 horas. Os pacientes devem receber alta quando a quantidade total de calorias por refeição é atingida e bem tolerada, que normalmente ocorre em 2-3 dias após o início da dieta.
O plano alimentar deve ser adaptado para cada paciente e podem incluir creme de leite, bacon, ovos, atum, camarão, legumes, maionese e outros produtos ricos em gordura e pobre em carboidratos. Os pacientes são proibidos de consumir frutas ou vegetais ricos em amido, pães, massas, grãos, ou fontes de açúcares simples. Por ser uma dieta nutricionalmente desequilibrada, os pacientes também devem receber as doses diárias recomendadas de vitaminas e minerais (em formulações sem açúcar), bem como a suplementação de cálcio. As quantidades exatas dos alimentos para o plano alimentar devem ser calculadas com base em dados individuais do paciente (idade, peso e outras medidas antropométricas), idealmente com a utilização de softwares específicos para o cálculo da dieta cetogênica.
O acompanhamento por um profissional nutricionista especializado deve ser frequente, principalmente por se tratar de um tratamento dietoterápico fora dos padrões normais.
No entanto, se faz necessário uma triagem metabólica antes de iniciar a terapia nutricional, pois determinados distúrbios metabólicos podem ser agravados pela dieta, como a deficiência de piruvato-carboxilase, porfiria, deficiência de carnitina, distúrbios mitocondriais e defeitos da oxidação dos ácidos graxos.
A maior parte da gordura comumente utilizada na dieta cetogênica é fornecida por triglicerídeos de cadeia longa. Entretanto, os triglicerídeos de cadeia média assumiram papel importante na composição da dieta, pois foi introduzido na tentativa de melhorar a palatabilidade, além de possuir maior caráter cetogênico.
A dieta cetogênica é iniciada após um período de 24-48 horas de jejum, com o paciente hospitalizado. Durante o jejum, o paciente pode beber água, bebidas sem açúcar ou gelatina também sem açúcar. Pesquisadores demonstraram que o início gradual resulta em menos efeitos adversos, melhora a tolerabilidade e mantém a eficácia da dieta. Recomenda-se que a introdução da dieta se inicie com um terço das calorias por refeição, aumentando para dois terços das calorias por refeição e, em seguida, a quantidade total de calorias por refeição a cada 24 horas. Os pacientes devem receber alta quando a quantidade total de calorias por refeição é atingida e bem tolerada, que normalmente ocorre em 2-3 dias após o início da dieta.
O plano alimentar deve ser adaptado para cada paciente e podem incluir creme de leite, bacon, ovos, atum, camarão, legumes, maionese e outros produtos ricos em gordura e pobre em carboidratos. Os pacientes são proibidos de consumir frutas ou vegetais ricos em amido, pães, massas, grãos, ou fontes de açúcares simples. Por ser uma dieta nutricionalmente desequilibrada, os pacientes também devem receber as doses diárias recomendadas de vitaminas e minerais (em formulações sem açúcar), bem como a suplementação de cálcio. As quantidades exatas dos alimentos para o plano alimentar devem ser calculadas com base em dados individuais do paciente (idade, peso e outras medidas antropométricas), idealmente com a utilização de softwares específicos para o cálculo da dieta cetogênica.
O acompanhamento por um profissional nutricionista especializado deve ser frequente, principalmente por se tratar de um tratamento dietoterápico fora dos padrões normais.
sábado, 13 de novembro de 2010
Qual a diferença entre suco concentrado e integral?
A designação de suco integral é privativa ao suco sem adição de açúcares e na sua concentração natural, por exemplo, sucos de laranja derivado da fruta espremida.
O suco concentrado é aquele parcialmente desidratado que, quando reconstituído, conservam os teores originais do suco integral, ou apresenta o teor mínimo estabelecido nos respectivos padrões de identidade e qualidade para cada tipo de suco. Por exemplo, sucos em garrafas de vidro que devem ser misturados a água antes do consumo.
Não se deve confundir o suco concentrado com o néctar de fruta. Este último é a bebida não fermentada, obtida da diluição em água potável da parte comestível do vegetal ou de seu extrato, adicionado de açúcares, destinada ao consumo direto.
A legislação que regulamenta a padronização, classificação, registro, inspeção, produção e fiscalização de bebidas foi estabelecida em 14 de julho de 1994, de acordo com o Lei no 8918.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
IRVINGIA GABONENSIS
IRVINGIA GABONENSIS
Tratamento da obesidade
Coadjuvante na dieta de tratamento dos distúrbios lipídicos
DCB: Não consta
Indicações:
O extrato de Irvingia Gabonensis reduz medidas pela queima de gordura ao mesmo tempo em que controla a dislipidemia,
reduzindo o colesterol LDL e triglicerídeos e melhorando os níveis do colesterol HDL, assim como reduz os níveis de glicose
no sangue.
Propriedades:
A Irvingia gabonensis consiste do extrato das sementes de uma árvore proveniente da África conhecida também pelo nome
popular de Wild mango, African mango ou Bush mango.
De
De acordo com estudos, devido o maior conteúdo de fibras e de proteínas contidas nas sementes sem ácidos graxos podem ter provocado um atraso no esvaziamento estomacal dos animais, levando a uma absorção mais gradual de açúcar alimentar e diminuindo a elevação da glicemia. Além disto, as fibras presentes nas sementes podem ter acrescentado volume a dieta, o que tendeu a reduzir a ingestão de alimento, o consumo de calorias e o peso corporal em longo prazo.
Testes relatam que os níveis de glicose e o peso corporal dos ratos também foram reduzidos com a administração da fração protéica das sementes da Irvingia gabonensis, supostamente devido à presença de anti-amilases protéicas. Outro ponto
relatado foi o efeito estimulador da secreção de insulina pode ser outra explicação possível para os resultados observados com as proteínas das sementes da Irvingia gabonensis neste estudo. Notou-se que a fração protéica produziu as menores
variações na carga pós-prandial dos animais.
Contra-indicações:
Não constam.
Dose Usual / Posologia:
Três capsulas de 500 mg três vezes ao dia, meia hora antes de cada refeição, administrado com um copo de
água.
Precauções:
Não constam.
Reações Adversas:
Não constam.
Interações Medicamentosas:
Não constam.
Informações Farmacotécnicas:
Não constam.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Efeito do extrato de Caralluma fimbriata sobre o apetite, a ingestão alimentar e antropometria em homens adultos e mulheres indianas
Resumo
Caralluma fimbriata é um cacto comestível, utilizado por índios da tribo para suprimir a fome e aumentar a resistência. O efeito do extrato de Caralluma foi avaliada em indivíduos com sobrepeso por um estudo randomizado controlado com placebo. Cinqüenta homens e mulheres adultos (25-60 anos) com índice de massa corporal (IMC) superior a 25 kg/m2 foram divididos aleatoriamente em um placebo ou grupo experimental, este último recebeu 1 g de extrato de Caralluma por dia durante 60 dias. Todos os participantes receberam aconselhamento padrão relacionado à dieta para reduzir peso e atividade física. No final de 30 e 60 dias de intervenção, de glicose e lipídios no sangue, medidas antropométricas, ingestão alimentar e avaliação do apetite foi realizada. A circunferência da cintura e da fome níveis durante o período de observação mostraram uma diminuição significativa no grupo experimental quando comparado ao grupo placebo. Embora tenha havido uma tendência para uma maior redução do peso corporal, índice de massa corporal, circunferência do quadril, gordura corporal e ingestão energética entre os momentos de avaliação no grupo experimental, estes não foram significativamente diferentes entre os grupos experimental e placebo. Caralluma extrato parece suprimir o apetite e reduzir a circunferência da cintura quando comparados com placebo durante um período de 2 meses.
Palavras-chave: Caralluma; apetite; Antropometria; ingestão de alimentos
Ouvir
Caralluma fimbriata é um cacto comestível, utilizado por índios da tribo para suprimir a fome e aumentar a resistência. O efeito do extrato de Caralluma foi avaliada em indivíduos com sobrepeso por um estudo randomizado controlado com placebo. Cinqüenta homens e mulheres adultos (25-60 anos) com índice de massa corporal (IMC) superior a 25 kg/m2 foram divididos aleatoriamente em um placebo ou grupo experimental, este último recebeu 1 g de extrato de Caralluma por dia durante 60 dias. Todos os participantes receberam aconselhamento padrão relacionado à dieta para reduzir peso e atividade física. No final de 30 e 60 dias de intervenção, de glicose e lipídios no sangue, medidas antropométricas, ingestão alimentar e avaliação do apetite foi realizada. A circunferência da cintura e da fome níveis durante o período de observação mostraram uma diminuição significativa no grupo experimental quando comparado ao grupo placebo. Embora tenha havido uma tendência para uma maior redução do peso corporal, índice de massa corporal, circunferência do quadril, gordura corporal e ingestão energética entre os momentos de avaliação no grupo experimental, estes não foram significativamente diferentes entre os grupos experimental e placebo. Caralluma extrato parece suprimir o apetite e reduzir a circunferência da cintura quando comparados com placebo durante um período de 2 meses.
Palavras-chave: Caralluma; apetite; Antropometria; ingestão de alimentos
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segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Qual a diferença entre infecção e intoxicação alimentar?
Infecções transmitidas por alimentos são doenças que resultam na ingestão de alimentos contaminados com micro-organismos patogênicos.
Exemplos de infecções transmitidas por alimentos: salmonelose (causada pela bactéria Salmonella enteritidis); hepatite viral tipo A (causada pelo vírus da Hepatite A); toxoplasmose (causada pelo protozoário Toxoplasma gondii).
Diferentemente, as intoxicações alimentares ocorrem quando o indivíduo ingere alimentos que já possuem substâncias tóxicas produzidas por micro-organismos, como bactérias e fungos.
Exemplos de doenças causadas por intoxicações alimentares: botulismo (causada pela toxina produzida pela bactéria Clostridium botulinum); intoxicação estafilocócica (causada pela toxina produzida pela bactéria Staphylococcus aureus); aflatoxicose (causada pela toxina produzida por certas cepas dos fungos Aspergillus flavus e A. parasiticus).
As intoxicações alimentares também podem ocorrer pela presença de outras substâncias químicas nos alimentos, como metais e poluentes ambientais, substâncias usadas no tratamento de animais, pesticidas usados inadequadamente e produtos químicos utilizados em limpezas.
Existe também outra classe de doença transmitida por alimentos, denominada toxinfecção causada por alimentos. São doenças causadas pela ingestão de alimentos contendo micro-organismos patogênicos e que ainda liberam substâncias tóxicas no organismo.
Exemplo de toxinfecção alimentar: cólera (doença causada pela enterotoxina produzida pela bactéria Vibrio cholerae).
Os sintomas dessas doenças podem variar de acordo com o micro-organismo ou toxina presente no alimento e com a quantidade ingerida. De um modo geral, os sintomas mais comuns são vômitos e diarreias, com a presença ou não de dores abdominais, dor de cabeça, febre ou outros sintomas.
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