"Nutrição Clínica, Suplementação Estética e Fitoterapia - Porque a beleza começa de dentro para fora "
sexta-feira, 6 de julho de 2012
Opção almoço saudável em Vitória
Olá!
Nada mais gostoso que esse prato de salada.
Essa é uma opção que ofereço a vocês para almoço e saladas.
Fica na praia do canto, em Vitória.
Chama-se Bully's, e tem várias opções de salada no qual você monta o prato com opções.
Vale a pena visitar.
Recomendo!
quarta-feira, 27 de junho de 2012
Tensão Pré Menstrual : O Que a Nutrição Pode Ajudar?
A tensão pré menstrual é um conjunto de sintomas físicos e comportamentais que causa sofrimento em grande parte das mulheres (DAUGHERTY, 1998; THYS-JACOBS, 2000). Sendo assim, ela pode ser conceituada como a ocorrência repetitiva de uma série de alterações físicas, do humor, cognitivas e comportamentais tendo a presença de queixas de desconforto, irritabilidade, depressão ou fadiga, normalmente acompanhadas de intumescimento e sensação dolorosa dos seios, abdome, extremidades, além de cefaléia (dor de cabeça) e compulsão por alimentos ricos em carboidratos (VALADARES et al., 2006, MARVAN; CORTES-INIESTRA; 2001).

A tensão pré menstrual pode ser dividida em quatro categorias:
1.Ansiedade pré menstrual: que é caracterizada pela elevação dos estrogênios e baixa da progesterona no sangue, sendo os sintomas, ansiedade, irritabilidade, insônia e depressão.
2.Desejos alimentares pré menstruais: são caracterizadas por uma evidência de hipoglicemia reativa, sendo os sintomas, desejo de comer doces, aumento do apetite, cefaléia, palpitações e cansaço ou sensação de desfalecimento.
3.Depressão pré menstrual: é caracterizada pelo aumento dos níveis de progesterona mais tarde no ciclo menstrual e possível aumento dos hormônios masculinos (andrógenos). Os sintomas são depressão, esquecimento, confusão e letargia.
4.Retenção hídrica pré menstrual: caracterizada pela retenção de sódio e possivelmente elevação da aldosterona (hormônio que afeta a retenção de líquido). Os sintomas relacionados são ganho de peso acima de 1,4 kg, congestão de mamas, distensão abdominal e edema da face e extremidades.
Muitas condutas nutricionais são discutidas e estudadas com o objetivo de minimizar os sintomas da TPM. Um deles parece estar relacionado aos níveis de cálcio sérico. Supõe-se que uma ingestão aumentada de cálcio poderia prevenir as alterações no humor e após o período menstrual. Assim, um copo de leite magro extra por dia parece ajudar na prevenção destas alterações de humor (THYS-JACOBS, 2000).
Um estudo recente feito na Inglaterra demonstrou que mulheres que ingeriam alimentos contendo soja apresentavam uma melhora em alguns sintomas da TPM, como, dor de cabeça, dores nas mamas e diminuição do inchaço (BRYANT et al, 2005).
Outros alimentos são estudados para a recomendação nutricional deste período, como se segue:
Vitamina B6 - Contra enjôo, cefaléia e irritabilidade. Boas fontes: arroz integral, germe de trigo, aveia, amendoim, nozes, batata, banana, salmão, atum, fígado de boi.
Proteína de soja – Parece diminuir sintomas como cefaléia, dores nas mamas e diminuição do inchaço. Boas fontes: alimentos enriquecidos com a proteína de soja como, sucos, bolachas, pães e barra de cereais.
Vitamina E - Evita cefaléia, dores nas mamas e cólicas. Boas fontes: cereais integrais, noz, castanhas, azeite de oliva, azeitona, óleo de soja e de girassol, milho, gema de ovo, agrião.
Cálcio – Alivia as cólicas e nervosismo. Boas fontes: leite e derivados, vegetais e folhas verde escuro, como couve e brócolis.
Magnésio - Este mineral tem função complementar às funções do cálcio. São boas fontes de magnésio as folhas verdes escuras.
Ácidos graxos - Reduz irritabilidade e dores nas mamas. Boas fontes: óleo de peixe marinho e frutos do mar (ricos em ômega 6 e ômega 3). Excelentes fontes são salmão e atum.
Vale ressaltar que tais alimentos são indicados para amenizar os sintomas neste período, porém é importante também evitar o consumo de alimentos ricos em gordura, sal, (embutidos e conservas), açúcares e alimentos com alto teor de cafeína (café, chá preto e mate, coca-cola e guaraná), pois são agravantes do quadro (SAMPAIO, 2002).

Atendimentos: 3337 4148
3019 8286
A tensão pré menstrual pode ser dividida em quatro categorias:
1.Ansiedade pré menstrual: que é caracterizada pela elevação dos estrogênios e baixa da progesterona no sangue, sendo os sintomas, ansiedade, irritabilidade, insônia e depressão.
2.Desejos alimentares pré menstruais: são caracterizadas por uma evidência de hipoglicemia reativa, sendo os sintomas, desejo de comer doces, aumento do apetite, cefaléia, palpitações e cansaço ou sensação de desfalecimento.
3.Depressão pré menstrual: é caracterizada pelo aumento dos níveis de progesterona mais tarde no ciclo menstrual e possível aumento dos hormônios masculinos (andrógenos). Os sintomas são depressão, esquecimento, confusão e letargia.
4.Retenção hídrica pré menstrual: caracterizada pela retenção de sódio e possivelmente elevação da aldosterona (hormônio que afeta a retenção de líquido). Os sintomas relacionados são ganho de peso acima de 1,4 kg, congestão de mamas, distensão abdominal e edema da face e extremidades.
Muitas condutas nutricionais são discutidas e estudadas com o objetivo de minimizar os sintomas da TPM. Um deles parece estar relacionado aos níveis de cálcio sérico. Supõe-se que uma ingestão aumentada de cálcio poderia prevenir as alterações no humor e após o período menstrual. Assim, um copo de leite magro extra por dia parece ajudar na prevenção destas alterações de humor (THYS-JACOBS, 2000).
Um estudo recente feito na Inglaterra demonstrou que mulheres que ingeriam alimentos contendo soja apresentavam uma melhora em alguns sintomas da TPM, como, dor de cabeça, dores nas mamas e diminuição do inchaço (BRYANT et al, 2005).
Outros alimentos são estudados para a recomendação nutricional deste período, como se segue:
Vitamina B6 - Contra enjôo, cefaléia e irritabilidade. Boas fontes: arroz integral, germe de trigo, aveia, amendoim, nozes, batata, banana, salmão, atum, fígado de boi.
Proteína de soja – Parece diminuir sintomas como cefaléia, dores nas mamas e diminuição do inchaço. Boas fontes: alimentos enriquecidos com a proteína de soja como, sucos, bolachas, pães e barra de cereais.
Vitamina E - Evita cefaléia, dores nas mamas e cólicas. Boas fontes: cereais integrais, noz, castanhas, azeite de oliva, azeitona, óleo de soja e de girassol, milho, gema de ovo, agrião.
Cálcio – Alivia as cólicas e nervosismo. Boas fontes: leite e derivados, vegetais e folhas verde escuro, como couve e brócolis.
Magnésio - Este mineral tem função complementar às funções do cálcio. São boas fontes de magnésio as folhas verdes escuras.
Ácidos graxos - Reduz irritabilidade e dores nas mamas. Boas fontes: óleo de peixe marinho e frutos do mar (ricos em ômega 6 e ômega 3). Excelentes fontes são salmão e atum.
Vale ressaltar que tais alimentos são indicados para amenizar os sintomas neste período, porém é importante também evitar o consumo de alimentos ricos em gordura, sal, (embutidos e conservas), açúcares e alimentos com alto teor de cafeína (café, chá preto e mate, coca-cola e guaraná), pois são agravantes do quadro (SAMPAIO, 2002).
Atendimentos: 3337 4148
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segunda-feira, 25 de junho de 2012
Rede credenciada AMIL
DOCTOR CENTERMED SERVICOS MEDICOS E ODONTOLOGICOS
RUA JOSE CELSO CLAUDIO, 571 CEP: 29090410
VITORIA ES DOCTOR CENTERMED SERVICOS MEDICOS E ODONTOLOGICOS
Telefone(s): 27-3337-2844 27-3337-4148
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Quais instrumentos são utilizados durante consulta?
Durante a consulta com o nutricionista muitas pessoas pensam que o contato será somente verbal, e por esse motivo muitas vezes deixam de ir ao profissional. Porém, para sanar toda e qualquer dúvida iremos hoje mostrar os procedimentos e os instrumentos que são utilizados durante a consulta.
A principio é feita uma anamnese minuciosa sobre estado de saúde, patologias, preferência alimentares.
Começamos então:
Balança - Nela vamos aferir o peso atual do paciente, com roupa leve.
Temos versões de platarforma que o estadiometro vem acoplado como figura a baixo, e temos a de chão, que afere somente o peso.


Fita métrica: Aferimos as medidas de braço, coxa, ante-braço.. cintura , quadril.
Começamos então:
Balança - Nela vamos aferir o peso atual do paciente, com roupa leve.
Temos versões de platarforma que o estadiometro vem acoplado como figura a baixo, e temos a de chão, que afere somente o peso.

Fita métrica: Aferimos as medidas de braço, coxa, ante-braço.. cintura , quadril.
Adipometro: Com ele iremos aferir o % de gordura de áreas com maior acúmulo de gordura. Como braço, coxa, cintura.. E depois faremos o % de gordura total do corpo.
Somente após ter feito toda essa avaliação, o profissional irá ver a necessidade nutricional do paciente e assim prescreverá um plano alimentar exclusivo adequado ao estado nutricional.
Esse plano é feito individualizado, pois leva-se em conta:
- Horário que toma café da manhã e demais refeições
- Rotina de trabalho, disposição ter geladeira e outras limitações
- Preferencia alimentares
- Local que faz as refeições, restaurante, leva de casa..
- Nível de atividade física.. tempo de atividade...
E outros fatores.
Com isso vemos a importancia de um atendimento individualizado. O nutricionista é o único profissional capacitado para fazer prescrição de plano alimentar.
Um abraço, e aguardo vocês para avaliação!
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Novidade nos atendimentos: GAMA
Agora atendimentos também pelo GAMA Saúde.
Em Jardim Camburi!!
CLINÍCA DOCTOR CENTERMED 3337-4148
Agende já sua consulta!
terça-feira, 5 de junho de 2012
Ácido Linoleico Conjugado - CLA
Ácido Linoleico Conjugado - CLA
O Ácido Linoléico Conjugado (CLA) se refere a uma mistura de isômeros do ácido linoléico (18:2 n-6) em que as duplas ligações são conjugadas em vez de existirem na configuração interrompida metilênica típica (MOURÃO et al., 2005).
O CLA foi descoberto na década de 70, e desde então, vem sendo estudado de forma constante e exaustiva quanto às suas supostas propriedades benéficas à saúde, em especial a redução da gordura corporal, o que tem sido associado ao controle das doenças crônicas degenerativas (SANTO-ZAGO; BOTELHO; OLIVEIRA, 2008).
Ele é naturalmente encontrado em alimentos como carnes bovinas e de demais animais ruminantes (PARIZA; PARK; COOK, 2001), como também em aves, ovos e leite e seus derivados, como queijos e iogurtes, desde que tenham sofrido algum tratamento térmico. Gorduras vegetais não são fontes significativas de CLA. No entanto, este pode ser produzido a partir do ácido linoléico encontrado no óleo de girassol, por um tratamento tecnológico especial. O CLA foi originalmente encontrado na gordura presente no leite, sob forma de triglicerídeos e fosfolipídios. Há fortes evidências de que o leite humano seja uma fonte importante de CLA (HENDLER, 2001).
O CLA não pode ser produzido pelo organismo humano e apesar de estar presente em muitos alimentos, diversos fatores ambientais e relacionados ao estilo de vida podem bloquear com facilidade a enzima que transforma esse ácido graxo na sua forma biologicamente ativa (SMEDMAN; VESSBY, 2001). Em virtude disto, pesquisadores estão estudando diversas estratégias para aumentar, de forma natural, a concentração de CLA em alimentos, dentre elas, modificando a ração de vacas com suplementação de ácidos graxos insaturados.
Estudos
O consumo de CLA vem sendo atualmente relacionado a efeitos anticarcinogênicos (LEE et al., 2005), antiaterogênicos e, para os indivíduos fisicamente ativos e atletas, agiria sobre a composição corporal, reduzindo o percentual de gordura, contribuindo para o aumento da massa magra. No entanto, essas ações do CLA vêm sendo estudadas, sobretudo em pesquisas experimentais com animais. São poucos, na realidade, os estudos com humanos.
Há muitas controvérsias a respeito da suplementação de CLA devido aos diferentes efeitos fisiológicos citados por várias pesquisas (BOTELHO; SANTOS-ZAGO; REIS et al., 2005).
O primeiro estudo duplo-cego placebo-controlado com suplementação de CLA em humanos (indivíduos normolipidêmicos) para investigar o efeito do CLA no metabolismo de lipoproteínas foi publicado em 2001 (NOONE et al., 2001). O efeito da suplementação (3 g/d), durante 8 semanas, com misturas isoméricas de CLA em diferentes proporções (50:50 ou 80:20) dos isômeros 9c,11t e 10t,12c em sujeitos normolipêmicos, resultaram na observação de que a mistura isomérica 50:50 reduziu significativamente as concentrações de triacilgliceróis (-20%), enquanto que para a mistura 80:20 não foi observado nenhum efeito. Novamente foi indicado o isômero 10t,12c como redutor dos níveis de lipídios. A concentração plasmática de triacilgliceróis tem sido identificada como um fator de risco para as doenças cardiovasculares (YANAGITA; NAGAO, 2008) e um importante contribuinte para a aterotrombose (CICHOSZ, 2007).
Um estudo randomizado feito por Norris et al., 2009, com mulheres pós menopausa, obesas e diabéticas tipo 2, observou que a suplementação de CLA durante 16 semanas obteve resultados benéficos, sendo que houve uma diminuição do peso corporal, IMC, percentual de gordura e ainda houve uma melhora no controle glicêmico das mulheres (NORRIS et al, 2009).
Outro estudo feito com 53 indivíduos saudáveis observou que os indivíduos que consumiram 4,2 g de CLA por dia obtiveram uma redução de 3,8% de gordura, comparado com os indivíduos não consumiram o CLA (SMEDMAN; VESSBY, 2001).
Entretanto, apesar de alguns estudos demonstrarem resultados benéficos, outros estudos têm demonstrado efeitos contrários. Uma série de estudos experimentais feitos em animais e estudos de revisão tem mostrado que a suplementação de CLA pode levar ao aumento do fígado, esteatose hepática, hiperinsulinemia e diminuição dos níveis séricos de leptina (WEST et al., 1998; DELANY et al., 1999 ; TSUBOYAMA-KASAOKA et al., 2000; KELLY, 2001; POIRIER et al., 2005).
Sendo assim, são necessários mais estudos para elucidar a ação sobre a composição corporal e sobre os demais efeitos associados à suplementação de CLA. Vale lembrar que a ANVISA, com o intuito de proteger e promover a saúde da população, proibiu a comercialização no Brasil do CLA, até que os requisitos legais que exigem a comprovação de sua segurança de uso, mecanismos de ação e eficácia sejam atendidos (ANVISA, 2007).
O Ácido Linoléico Conjugado (CLA) se refere a uma mistura de isômeros do ácido linoléico (18:2 n-6) em que as duplas ligações são conjugadas em vez de existirem na configuração interrompida metilênica típica (MOURÃO et al., 2005).
O CLA foi descoberto na década de 70, e desde então, vem sendo estudado de forma constante e exaustiva quanto às suas supostas propriedades benéficas à saúde, em especial a redução da gordura corporal, o que tem sido associado ao controle das doenças crônicas degenerativas (SANTO-ZAGO; BOTELHO; OLIVEIRA, 2008).
Ele é naturalmente encontrado em alimentos como carnes bovinas e de demais animais ruminantes (PARIZA; PARK; COOK, 2001), como também em aves, ovos e leite e seus derivados, como queijos e iogurtes, desde que tenham sofrido algum tratamento térmico. Gorduras vegetais não são fontes significativas de CLA. No entanto, este pode ser produzido a partir do ácido linoléico encontrado no óleo de girassol, por um tratamento tecnológico especial. O CLA foi originalmente encontrado na gordura presente no leite, sob forma de triglicerídeos e fosfolipídios. Há fortes evidências de que o leite humano seja uma fonte importante de CLA (HENDLER, 2001).
O CLA não pode ser produzido pelo organismo humano e apesar de estar presente em muitos alimentos, diversos fatores ambientais e relacionados ao estilo de vida podem bloquear com facilidade a enzima que transforma esse ácido graxo na sua forma biologicamente ativa (SMEDMAN; VESSBY, 2001). Em virtude disto, pesquisadores estão estudando diversas estratégias para aumentar, de forma natural, a concentração de CLA em alimentos, dentre elas, modificando a ração de vacas com suplementação de ácidos graxos insaturados.
Estudos
O consumo de CLA vem sendo atualmente relacionado a efeitos anticarcinogênicos (LEE et al., 2005), antiaterogênicos e, para os indivíduos fisicamente ativos e atletas, agiria sobre a composição corporal, reduzindo o percentual de gordura, contribuindo para o aumento da massa magra. No entanto, essas ações do CLA vêm sendo estudadas, sobretudo em pesquisas experimentais com animais. São poucos, na realidade, os estudos com humanos.
Há muitas controvérsias a respeito da suplementação de CLA devido aos diferentes efeitos fisiológicos citados por várias pesquisas (BOTELHO; SANTOS-ZAGO; REIS et al., 2005).
O primeiro estudo duplo-cego placebo-controlado com suplementação de CLA em humanos (indivíduos normolipidêmicos) para investigar o efeito do CLA no metabolismo de lipoproteínas foi publicado em 2001 (NOONE et al., 2001). O efeito da suplementação (3 g/d), durante 8 semanas, com misturas isoméricas de CLA em diferentes proporções (50:50 ou 80:20) dos isômeros 9c,11t e 10t,12c em sujeitos normolipêmicos, resultaram na observação de que a mistura isomérica 50:50 reduziu significativamente as concentrações de triacilgliceróis (-20%), enquanto que para a mistura 80:20 não foi observado nenhum efeito. Novamente foi indicado o isômero 10t,12c como redutor dos níveis de lipídios. A concentração plasmática de triacilgliceróis tem sido identificada como um fator de risco para as doenças cardiovasculares (YANAGITA; NAGAO, 2008) e um importante contribuinte para a aterotrombose (CICHOSZ, 2007).
Um estudo randomizado feito por Norris et al., 2009, com mulheres pós menopausa, obesas e diabéticas tipo 2, observou que a suplementação de CLA durante 16 semanas obteve resultados benéficos, sendo que houve uma diminuição do peso corporal, IMC, percentual de gordura e ainda houve uma melhora no controle glicêmico das mulheres (NORRIS et al, 2009).
Outro estudo feito com 53 indivíduos saudáveis observou que os indivíduos que consumiram 4,2 g de CLA por dia obtiveram uma redução de 3,8% de gordura, comparado com os indivíduos não consumiram o CLA (SMEDMAN; VESSBY, 2001).
Entretanto, apesar de alguns estudos demonstrarem resultados benéficos, outros estudos têm demonstrado efeitos contrários. Uma série de estudos experimentais feitos em animais e estudos de revisão tem mostrado que a suplementação de CLA pode levar ao aumento do fígado, esteatose hepática, hiperinsulinemia e diminuição dos níveis séricos de leptina (WEST et al., 1998; DELANY et al., 1999 ; TSUBOYAMA-KASAOKA et al., 2000; KELLY, 2001; POIRIER et al., 2005).
Sendo assim, são necessários mais estudos para elucidar a ação sobre a composição corporal e sobre os demais efeitos associados à suplementação de CLA. Vale lembrar que a ANVISA, com o intuito de proteger e promover a saúde da população, proibiu a comercialização no Brasil do CLA, até que os requisitos legais que exigem a comprovação de sua segurança de uso, mecanismos de ação e eficácia sejam atendidos (ANVISA, 2007).
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Cranberry e Infecções do Trato Urinário: Qual a Ligação?
Cranberry e Infecções do Trato Urinário: Qual a Ligação?
A cranberry é uma fruta muito popular nos Estados Unidos, cultivada principalmente nas partes frias do Hemisfério Norte. Atualmente, um aumento expressivo de seu consumo tem sido observado no mundo, especialmente nos Estados Unidos e alguns países da Europa. No Brasil, embora ainda difícil de ser encontrada, seu consumo na forma de sucos industrializados, cápsulas importadas e polpa da fruta congelada tem aumentado nos grandes centros. A tradução de cranberry para o português é Oxicoco.
Tamanha popularização da cranberry tem sido atribuída a uma potente ação antioxidante capaz de prevenir inúmeras doenças, especialmente as infecções de repetição do trato urinário. A seguir, destacaremos o valor nutricional da cranberry, seus efeitos na saúde e possíveis contra-indicações relacionadas ao seu consumo.
Valor nutricional da cranberry
Do ponto de vista nutricional, a cranberry apresenta níveis moderados de vitamina C, fibras e manganês, e quantidades menos significativas de outros nutrientes. Já as quantidades dos antioxidantes luteína e zeaxantina são consideradas apreciáveis. A cranberry crua ou seu suco é considerada ainda uma fonte abundante dos flavonóides antocianidina, cianidina, peonidina e quercetina.
Efeito da cranberry na saúde
A cranberry é considerada uma grande fonte de polifenóis, fitoquímicos antioxidantes que têm sido alvo de inúmeras pesquisas que mostram benefícios na saúde cardiovascular, sistema imune e como agentes anticancerígenos (4,5). No entanto, sua ação no trato urinário e capacidade de inibir as cistites de repetição é que mais tem chamado a atenção da literatura científica.
Os flavonóides antocianidina, cianidina, peonidina e quercetina têm um efeito ainda desconhecido na saúde humana, mas uma potente ação antioxidante contra o câncer em trabalhos in vitro. Contudo, a ação em humanos, que ainda não foi comprovada, mostra uma pequena absorção pelas células humanas e rápida eliminação do sangue(1,2).
Infecções no trato urinário e propriedades da cranberry
Estudos da literatura têm demonstrado um benefício potencial do consumo do suco de cranberry contra as infecções bacterianas do trato urinário. Estes efeitos ocorrem a partir de um componente do suco capaz de inibir a adesão e proliferação das bactérias na bexiga e na uretra, especialmente a Escherichia coli, bactéria responsável por aproximadamente 75% das cistites. A cranberry supostamente inibe a expressão de fimbrias da E.coli. Diversos estudos indicam que o consumo diário do suco de cranberry, por períodos de três meses a um ano, reduziu a recorrência de infecções no trato urinário em relação ao placebo, sendo que alguns estudos também mostram a eficácia em crianças . Em abril de 2004, a agência de saúde do governo francês que regula a produção de alimentos e medicamentos (AFSSA), aprovou o suco de cranberry como um agente antibacteriano para a saúde do trato urinário .
Aplicações similares em outros ensaios clínicos com ingestão de suco ou cápsulas de cranberry em pacientes com bexiga neurogênica e cateterismo vesical, condições que estão associados ao aumento da suscetibilidade a infecções urinárias, não tem comprovado a eficácia da cranberry .
É importante ressaltar que, apesar da promessa de atividade antibacteriana, o consumo de suco de cranberry a longo prazo tem evidências limitadas para os benefícios contra infecções no trato urinário em mulheres.
Possíveis contra-indicações
Em 2004, um alerta do Comitê de Segurança em Medicina do Reino Unido que lida com segurança de medicamentos, aconselhou que pacientes que usam o medicamento warfarina não devem ingerir suco de cranberry, pois reações adversas, como o aumento da incidência de machucados, foi reportado nesses pacientes, possivelmente pela presença natural de ácido acetilsalicílico em plantas ricas em polifenóis, como é o caso da cranberry. Contudo, estudos de caso e estudos pilotos realizados entre 2006 e 2008 têm falhado em confirmar tais efeitos, indicando que não houve interações significantes entre o consumo de 250 ml de suco de cranberry e utilização da warfarina na população em geral.
Sucos que podemos encontrar:
Os sucos variam entre R$9,00 a 15,00.
domingo, 13 de maio de 2012
Acordar e Treinar. O Que Comer Antes?
Acordar e Treinar. O Que Comer Antes?
O tempo ideal para que uma refeição seja digerida é aproximadamente de 2 a 4 horas, porém atletas e esportistas sempre se encontram na situação de treinar imediatamente após acordar. O jejum é totalmente contra indicado nesse momento, porém o recomendado é não iniciar um treino com o estômago muito cheio.
Dessa forma, é importante escolher alimentos que sejam fontes de nutrientes que forneçam carboidratos, e com isso, energia: pão, biscoito ou bolo simples, barras de cereais, géis de carboidratos e frutas. Além disso, deve-se e dispensar os nutrientes que “pesam” no estômago como as proteínas (leite e queijo) e as gorduras em geral.
Os alimentos ricos em fibras, como cereais fibrosos e algumas frutas como laranja com bagaço e abacaxi não são recomendados nesse momento, pois podem causar desconforto gastrintestinal
A quantidade de carboidrato indicada para ser ingerida antes do treino é de 25 a 30g.
Na tabela abaixo seguem alguns exemplos de alimentos ricos em carboidratos e suas respectivas quantidades:
ALIMENTO(unidade) GRAMAS / ML GRAMAS DE CARBOIDRATO
Carboidrato em gel 41g 28g
Barra de cereal 25g 18,9g
Biscoito água e sal 8g 5,4g
Biscoito maisena 5g 3,6g
Mamão papaia (1/2 unidade) 155g 12,9g
Pão de forma 25g 12,3g
Aveia (colher sopa) 15g 7,9g
Bolo simples
(fatia pequena) 30g 16,7g
Bolo simples
(fatia média) 60g 33,3g
Suco de frutas (maracujá) 240ml 5g
Geléia de frutas (colher sobremesa) 22g 13,6g
Banana prata 40g 9,1g
Exemplos de lanches rápidos (escolha apenas 1 opção):
•Bolo simples (1 fatia média)
•Suco de fruta (1 copo cheio) + Bolo simples ( 1 fatia pequena)
•Barra de cereal + Suco de fruta (1 copo cheio)
•Pão de forma (1 fatia) + Geléia de frutas ( 1 colher de sobremesa)
•Mamão papaia (1/2 unidade) + Bolacha de água e sal (3 unidades)
•Banana prata (1 unidade) + Aveia (2 colheres de sopa)
•Biscoito maisena (3 unidades) + Geléia de frutas (1 colher de sobremesa)
•Carboidrato em gel;
fonte: RG nutri
Marcadores:
atividade física,
exercicío,
Reeducação alimentar
sábado, 5 de maio de 2012
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Mito ou Verdade?
Nesta seção, respondemos algumas dúvidas frequentes sobre determinados alimentos e hábitos de consumo, além de desvendar algumas crenças populares existentes em torno desses assuntos.
É verdade que a laranja auxilia a digestão de uma refeição pesada, como a feijoada?
Verdade. As fibras presentes na laranja podem facilitar a digestão, melhorando o funcionamento do intestino e reduzindo parte da absorção de gorduras.
Os vegetais perdem seus nutrientes quando congelados?
Mito. Congelar o alimento o mantém mais próximo do seu estado natural, desta forma, seus nutrientes não se perdem. Além disso, a baixa temperatura impede a ação dos microorganismos.
É verdade que na composição do sushi há bastante açúcar?
Verdade. Para que o arroz fique com uma consistência ideal para a preparação do sushi é acrescentado açúcar. Para 1 xícara de arroz é necessário 1 colher de sopa cheia de açúcar.
Água com açúcar acalma?
Mito. Quando ingerido, o açúcar vai para o estômago, onde é transformado em dois compostos: frutose e glicose. Ele é transformado em uma importante fonte de energia para o corpo, no entanto não tem nenhuma propriedade sedativa sobre o sistema nervoso.
O gás do refrigerante ou da água causa celulite?
Mito. O que contribui para celulite é a grande quantidade de açúcar e sódio presentes.
Pão integral tem menos calorias que o pão branco?
Mito. Possui as mesmas calorias e às vezes até mais. Mas mesmo assim, são mais vantajosos por apresentarem vitaminas, minerais e fibras.
Essas e outras dúvidas agora na coluna.. mito ou verdade... em breve mais!
Lorena Rigo Almeida
Nutricionista CRN - 10100204
Colunista do site Jardim Camburi www.euamomeubairro.com.br
Consultório Clínica Espaço Saúde (Ao lado da Maternidade Santa Paula) Tel.: 3019 8286
Clínica Doctor CENTERMED- Atendimentos à planos de saúde: (Jardim Camburi) Tel.: 3337 4148 / 3337 2844
Dicas de nutrição? Acessem: http://lonutricionista.blogspot.com/
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